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	<title>Terceira Margem</title>
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		<title>Poesia É o Outro da Gente</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jun 2010 12:57:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editores</dc:creator>
				<category><![CDATA[Autores]]></category>
		<category><![CDATA[Mateus Morais Servilha]]></category>

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		<description><![CDATA[



Por: Ricardo Camargos



“Arte Que Nem Sei”. Este o título escolhido por Mateus Servilha para o seu segundo filho literário. O primeiro, “O Vôo de Lelo”, navegou pelo universo infanto-juvenil. Agora brota a poesia, e o jovem autor se faz, no próprio título, uma pergunta de difícil resposta. Atrevo-me a uma resposta interrogativa: quem sabe lá [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="CENTER"><strong><br />
</strong></p>
<blockquote>
<p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; text-align: left;"><strong>Por: </strong>Ricardo Camargos</p>
</blockquote>
<p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; text-align: left;">
<p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; text-align: left;">
<p style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="JUSTIFY">“Arte Que Nem Sei”. Este o título escolhido por Mateus Servilha para o seu segundo filho literário. O primeiro, “O Vôo de Lelo”, navegou pelo universo infanto-juvenil. Agora brota a poesia, e o jovem autor se faz, no próprio título, uma pergunta de difícil resposta. Atrevo-me a uma resposta interrogativa: quem sabe lá mesmo o que é arte? Na minha modesta opinião, assim como o samba, poesia e literatura (as artes como um todo) são, definitivamente, aquelas coisas que não se aprendem no colégio. Têm pouco de academicismo e muito do dia-a-dia em nossa volta. Até porque, como o próprio autor reconhece em um de seus poemas, “certas rimas e certas verdades não combinam com a arte”. Na verdade, um pouco de teoria e, principalmente leitura, não fazem mal nenhum a um poeta. Todavia, ele tem que ter um tipo de olhos e ouvidos diferentes. Não sei se mais graves, mais agudos ou mais sensíveis. Só sei que são diferentes. Não ficam, necessariamente, fora (colados na frente e nos lados do rosto da gente). Ficam dentro, bem distantes da compreensão física que temos de nós mesmos. Poesia são os outros e, contraditoriamente, é também a forma que entendemos a nós mesmos. Poesia fica sempre por aí, nos rodeando no cotidiano, acontece a toda hora e, por isto, esta necessidade de ver e ouvir diferente. Mateus Servilha parece ter percebido isto muito cedo. No caso este “Arte Que Nem Sei”, começa pelo próprio “índice”, que nada indica e parte logo para as contradições entre a carne e alma do poeta, às vezes sendo curto e às vezes sendo denso, seja em tamanho ou em conteúdo. Assim como acredita que “às vezes vale a pena apontar o estilingue para as estrelas” imagina “ter encontrado um grande amor, que era um passarinho”. Desnecessário informar que o passarinho voou. Algo como “aquilo que não volta”. Consola-se, entretanto, com a constatação de que “as dores do fim não produzem o fim das alegrias do começo”. Passeia também pelas contradições ideológicas da política, desliza com prazer pelos sentimentos espaciais de sua formação em geografia e das viagens pelo Jequitinhonha mas, ao fim e ao cabo, retorna ao conceito de que a poesia está “em volta” e precisa ser capturada por olhos e ouvidos diferentes. Até porque, como ele mesmo reconhece, de nada vale um “amor guardado no bolso direito da calça velha”.</p>
<p style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="JUSTIFY">
<p style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="JUSTIFY">
<p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="RIGHT">
<blockquote>
<p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; text-align: left;"><strong><img style="border: 2px solid black; margin: 2px;" title="A arte que nem  sei" src="http://farm5.static.flickr.com/4012/4348693568_d5cdc857f3.jpg" alt="" width="256" height="381" /></strong><span> </span></p>
</blockquote>
<p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; text-align: left;"><span>Autor:</span><br />
<span> Mateus de Moraes  Servilha</span></p>
<p><span>Gênero:</span><br />
<span> Poesia</span></p>
<p><span>N<sup>o</sup> de páginas:</span><br />
<span> 64</span></p>
<p><span>ISBN:</span><br />
<span> 978-85-7961-082-0</span></p>
<p><span>Detalhes:</span><br />
<span> Formato 14&#215;21 cm  / Papel pólen 80 g/m²</span></p>
<p><span>Preço:</span><br />
<span> R$ 25,00</span></p>
<p><span>Disponibilidade:</span><br />
<span>Produto em estoque</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; text-align: left;"><span><a class="aligncenter" title="Comprar" href="http://www.editoramultifoco.com.br/catalogo2.asp?lv=285" target="_blank">Comprar</a><br />
</span></p>
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		<title>Caminhante noturno, Jorge Fernando dos Santos.</title>
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		<pubDate>Sat, 15 May 2010 02:39:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editores</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jorge Fernando dos Santos]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhante Noturno]]></category>

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		<description><![CDATA[Próximo lançamento.


&#8220;Toda noite é assim. Meus pés estão sempre me obrigando a fazer as coisas, sempre me arrastando por lugares desconhecidos e às vezes perigosos. Não me lembro quando foi que tudo começou e nem sei se isso acontece com as outras pessoas. Nunca perguntei a ninguém. Imagino que sempre foi assim com todo mundo. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Próximo lançamento.</p>
<p style="text-align: justify;">
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 231px"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4026/4480825184_3bb9c76883.jpg" alt="Jorge Fernando dos Santos, Caminhante Noturno" width="221" height="316" /><p class="wp-caption-text">Jorge Fernando dos Santos, &quot;Caminhante Noturno&quot;</p></div>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;Toda noite é assim. Meus pés estão sempre me obrigando a fazer as coisas, sempre me arrastando por lugares desconhecidos e às vezes perigosos. Não me lembro quando foi que tudo começou e nem sei se isso acontece com as outras pessoas. Nunca perguntei a ninguém. Imagino que sempre foi assim com todo mundo. Comigo, pelo menos, tem ocorrido regularmente. Basta começar a caminhar dentro da noite para que meus pés assumam o controle do meu corpo. E não adianta tentar resistir. Por mais que eu queira detê-los, simplesmente não consigo&#8230;&#8221;</em></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Jorge Fernando dos Santos tem mais de 30 livros publicados, entre eles  os romances &#8220;<em>Palmeira Seca</em>&#8221; (Prêmio Guimarães Rosa), &#8220;<em>O Rei da Rua</em>&#8221; e  &#8220;<em>Sumidouro das Almas</em>&#8220;, os dois primeiros adaptados para minissérie de  TV. Lançou em 2005 pela Paulus o livro &#8220;ABC da MPB&#8221;, que inclui um CD  com músicas de sua autoria. A publicação recebeu o selo de Altamente  Recomendável da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ) e  integrou o catálogo da Feira de Livros de Bolonha, na Itália. Estreou na  editora Paulinas em 2006 com o livro de haicais &#8220;<em>Pó de Palavra</em>&#8220;, que  traz encartado um CD no qual fala os poemas, tendo ao fundo músicas do  compositor Kristoff Silva. Publicou pela mesma editora o &#8220;<em>Cordel das  Lendas Bovinas</em>&#8220;. Esses dois trabalhos também integraram o catálogo da  Feira de Bolonha. Em 2008, lançou &#8220;<em>Caiçara</em>&#8220;, sobre o bairro onde mora,  na coleção &#8220;BH &#8211; A cidade de cada um&#8221;, da Conceito Editorial; e em 2009  &#8220;<em>Procura-se um Fantasma</em>&#8220;, Atual Editora, e &#8220;<em>Alice no país da natureza&#8221;</em>,  Paulus. Por esta mesma editora, lança em 2010 &#8220;As cores no mundo de  Lúcia&#8221;</p>
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		<title>Lançamento: o poeta dos silêncios, Milton Rezende.</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 04:34:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editores</dc:creator>
				<category><![CDATA[Milton Rezende]]></category>
		<category><![CDATA[Milton Rezede]]></category>

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		<description><![CDATA[

“Penso que dentro de minha casca
não tem um bicho:
Tem um silêncio feroz.”
(Manoel de Barros)






Milton Rezende é um poeta do desvelamento. Sua principal característica é enfrentar a objetividade ruidosa e dispersa das coisas, da rotina, do comum e arrancar um sentido novo. Em Uma Escada que Deságua no Silêncio, o objeto limado pelo autor é o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: center;"><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Penso que dentro de minha casca<br />
não tem um bicho:<br />
Tem um silêncio feroz.”</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">(Manoel de Barros)</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><br />
</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: center;">
</blockquote>
<blockquote>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="color: #000000;"><span style="font-style: normal;"><strong><img class="alignleft size-medium wp-image-50" src="http://grupomultifoco.com.br/terceiramargem/wp-content/uploads/2009/12/Milton-Carlos-Ferreira-de-Rezende-009-199x300.jpg" alt="" width="199" height="300" /></strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Milton Rezende</strong> é um poeta do desvelamento. Sua principal característica é enfrentar a objetividade ruidosa e dispersa das coisas, da rotina, do comum e arrancar um sentido novo. Em <em><strong>Uma Escada que Deságua no Silêncio</strong></em><span style="font-style: normal;">, o objeto limado pelo autor é o território bruto e confuso da memória.<br />
</span></span></p>
<blockquote>
<p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 0.43cm; text-align: justify;">
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><br />
</span></p></blockquote>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span style="font-style: normal;">Dessa forma, o autor evoca o aprofundamento aos temas básicos da condição humana: a solidão, o amor e a morte. Embora recorrentes, é verdade, no caso de </span><em><strong>Uma Escada que Deságua no Silêncio</strong></em><span style="font-style: normal;"> não pecam pela banalização ou gratuidade sentimentalista; dialogam com emanações da memória, de forma dialética e, por vezes, produzem impasses. Nessa batalha o autor atinge o limite possível da expressão poética encarnado densidade, conteúdo e tratamento estético conciso.</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span style="font-style: normal;"><br />
</span></span></p>
<blockquote>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">
<dt style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><img class="alignright" title="Milton Rezende" src="http://farm3.static.flickr.com/2671/4157215070_0920b2e934_b.jpg" alt="" width="316" height="463" /></span></dt>
</blockquote>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><em><span style="color: #000000;"><em><strong><br />
</strong></em></span></em></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Lançamento: 21/12/2009</span></strong></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Na cidade de Juiz de Fora-MG<br />
</span></strong></p>
<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Milton Rezende nasceu em Ervália (MG), na primavera de 1962. Escreve em prosa e poesia e a sua obra se divide entre inéditos e publicados. Entre estas últimas encontram-se: &#8220;O Acaso das Manhãs&#8221; (1986), &#8220;Areia (À Fragmentação da Pedra)&#8221; (1989) e &#8220;De São Sebastião dos A­itos a Ervália &#8211; Uma Introdução&#8221; (2006).</span></span></span></strong></p>
</blockquote>
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		</item>
		<item>
		<title>SELO TERCEIRA MARGEM ANUNCIA SEU PRIMEIRO LANÇAMENTO</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Aug 2009 17:49:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editores</dc:creator>
				<category><![CDATA[Maurício Possa Lopes]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Nota de Corte]]></category>

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		<description><![CDATA[
Maurício Possa Lopes, bacharel em filosofia e motorista,
lança seu primeiro livro pelo selo Terceira Margem

O selo Terceira Margem, um segmento da Editora Multifoco, anuncia seu primeiro lançamento; o romance Nota de Corte, do autor belo-horizontino Maurício Possa Lopes. O livro será lançado em outubro na cidade de São João del-Rei, onde o autor atualmente reside, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://2.bp.blogspot.com/_YgvN-LgN2gg/Sp9HNplOezI/AAAAAAAAAAs/KRN7JAGi7Co/s1600-h/Untitled.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5377094779929525042" style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 172px; height: 200px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_YgvN-LgN2gg/Sp9HNplOezI/AAAAAAAAAAs/KRN7JAGi7Co/s200/Untitled.jpg" border="0" alt="" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ed7f11;"><strong>Maurício Possa Lopes, bacharel em filosofia e motorista,</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ed7f11;"><strong>lança seu primeiro livro pelo selo Terceira Margem</strong></span></p>
<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 		A:link { so-language: zxx } --></p>
<p align="JUSTIFY">O selo Terceira Margem, um segmento da <a href="http://www.editoramultifoco.com.br/">Editora Multifoco</a>, anuncia seu primeiro lançamento; o romance Nota de Corte, do autor belo-horizontino Maurício Possa Lopes. O livro será lançado em outubro na cidade de São João del-Rei, onde o autor atualmente reside, e contará com a presença do escritor e editor  <a href="http://www.quebracorpo.com.br/" target="_blank">Marcos Vinicius Almeida</a>.</p>
<p align="JUSTIFY">Em seu romance de estréia, Maurício Possa Lopes retrata a vida de uma adolescente em meio às dificuldades inerentes à passagem da infância para a fase adulta, suas descobertas sexuais, seus medos quanto ao futuro profissional e suas tentativas, nem sempre acertadas, de alcançar seus objetivos.</p>
<p align="JUSTIFY">
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